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Após a Chuva da Tarde: A Lenda do Cão Fantasma do Palacete Bolonha - Um Romance Amazônico, Bosco Chancen
Na Amazônia, uma antiga tradição ensina, em noites de lua cheia, a amassar dentes de alho e a jogar no rio a fim de afugentar botos e impedi-los de que, transformados em um belo rapaz, entrem nas casas de ribeirinhos, seduza mulheres presentes e as leve para o fundo do rio. A mesma tradição também aconselha pôr crucifixos nas portas e jogar água benta nos rios.
É impossível não identificar os mesmos procedimentos usados em lendas europeias para afugentar vampiros… Sim, a Amazônia também tem seus seres vampirescos.
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Em 1896, a riqueza proporcionada pela extração da borracha trazia grandes artistas europeus para os teatros da Amazônia. Entre eles, uma bela e misteriosa cantora lírica, Madame Camille Monfort (1869 – 1896), que escandalizou a conservadora sociedade da época por seu comportamento livre e por ter sido acusada de vampirismo e de ter trazido um misterioso culto vitoriano à Amazônia.
Em meio a experiências alucinógenas com o chá da ayahuasca e o rico folclore e lendas amazônicas, a história dessa, ainda, misteriosa e desconhecida personagem é contada aqui por meio de matérias de jornais da época e do testemunho daqueles que a conheceram.
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