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Canção do Amor-Enchente: Poema Amazônico, Fernando Canto
É comum em livros de poesia sobre a terra natal se versejar de forma simplória com o nome do lugar. Nesta "Canção do Amor-Enchente" isso não ocorre, posto que, pela qualidade do texto, Óbidos rima de forma rica e onipresente com todos os poemas do livro. Uma hora rima com ildefonsas, sol, travessia, d'água... Noutras, com veríssimas, pavulagens, escamas, plânctons, trapiches, e muito mais tracajás. Dessa forma destemida, após o autor assumir seu amor por sua Macondo, mas sem solidão, leva Óbidos a caminhas sempre no ruma paralelo de sua vida para o meio do mundo, mesmo que depois numa divagação poética de alta voltagem, insista com a cidade para assumir a lenda do contrário, tentando fazer o rio nascer como o sol, correndo para o ocidente. Óbidos já merecia há bastante tempo essa poesia escrita com "o sangue generoso das entranhas do planeta". (José Raimundo Farias Canto - Escritor e Presidente da AALO na época da publicação do livro). Literatura Obidense.
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